Olá amigos visitates,
Tem um bom tempo que não escrevo neste humilde site. Mas, prometo retornar em março de 2006. Por enquanto deixo um texto escrito pela grandiosa Lígia Fagundes Telles. "Eu serei sempre musgo para você pisar, deite-se em mim, meu amor, chore em mim, e ficarei mais aveludada, mais tenra... Musgo, não é? Não sei porque agora quero ser planta, eu que sempre fui mineral. Duro como pedra".
- CLAUDIA EMILIA ANDRADE VIDAL VIDAL,
10:45 AM